Crise no PSDB, sucessão da Câmara e STF: Carlos Muniz segue no centro do jogo político em Salvador

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O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz, mantém indefinido se disputará novamente o comando da Casa, enquanto vereadores da base governista já articulam a sucessão nos bastidores. Aliados afirmam que há pareceres jurídicos que poderiam permitir uma nova candidatura sem contrariar entendimento do STF sobre reeleições consecutivas.

Entre os nomes cotados para a presidência da Câmara estão Alexandre Aleluia, Ricardo Almeida, Maurício Trindade, Daniel Alves e Kiki Bispo. O grupo de Muniz avalia que candidaturas apoiadas prioritariamente pela oposição teriam pouca força, já que a base oposicionista conta com cerca de dez votos.

Paralelamente, Muniz enfrentou uma crise interna no PSDB durante a janela partidária. O motivo foi a desconfiança sobre a viabilidade eleitoral da chapa tucana para deputado federal, especialmente em relação à candidatura de seu filho, Carlos Muniz Filho.

A situação mudou após a entrada de nomes considerados competitivos na chapa, como Duda Sanches. Com isso, aliados passaram a acreditar na possibilidade de o partido eleger até três deputados federais e entre quatro e seis deputados estaduais em 2026.

Muniz também atua diretamente na montagem da chapa estadual, apoiando candidaturas como a de Anderson Ninho. Apesar das tensões recentes, ele segue influente tanto na reorganização do PSDB quanto na definição do futuro comando da Câmara de Salvador.

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